sexta-feira, 30 de maio de 2014

Ainda há tempo ♫


“O passado é pra esquecer
Feridas são pra curar”

(Marcela Taís)

quarta-feira, 21 de maio de 2014


Fale mal de mim enquanto eu faço versos.
Queixe-se da vida. Culpe o outro. Beba algum veneno forte.
Engula uma verdade sem rir. Insulte alguém feliz.
Meu coração tão leve - daqui - te sente:
Tanta falta de amor por si mesmo, porquê?”

(Fernanda Mello)

Texto completo aqui.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Bilhete


Se já tiver planos, cancele-os.
Esse fim de semana quero você, uma sala escura, um filme de aventura, brigadeiro e histórias pra contar.
Estou chegando.

(Layanne Rezende)
Foto: Vicki Dvorak

P.S.: Esse pensamento é uma adaptação de um bilhete virtual que recebi do meu primo amado, Gustavo Carrijo.

18.05.2014

sexta-feira, 16 de maio de 2014


“A mentira roda meio mundo antes de a verdade ter tido tempo de colocar as calças.”

(Winston Churchill)

terça-feira, 13 de maio de 2014


“Às vezes, desisto das palavras. Porque já percebi o quanto o silêncio funciona.”

(Laura Méllo)
Pensamento encontrado no blog Utilidades Poéticas

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Você me bagunça ♫


“Você me bagunça e tumultua tudo em mim”

(O Teatro Mágico)

terça-feira, 6 de maio de 2014

Vai passar


Um dia, então, você percebe que aquilo não te faz sofrer como antes. Ainda te afeta, mas aquela vontade de se trancar no quarto e chorar durante horas já não existe mais. É somente um desconforto, algo como a dor de uma picada de agulha, que já não é notada quando se desvia o pensamento e concentra-se em outra coisa.
Essa efemeridade é o que te dá a certeza de que logo não haverá mais dor, por mais ínfima que seja, ao voltar a olhar para essa lembrança. Haverá apenas mais um pensamento insignificante entre tantos outros, uma experiência a mais em sua vida que te tornou mais forte e sábia.

(Layanne Rezende)
11.12.2011

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Declaro Paz ♫


“Braços esticados na curva do vento
Traz azul celeste pro meu céu cinzento
Neste momento, eu declaro Paz”

(Marcela Taís)